Plano Setorial de Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Belo Horizonte - RMBH

No plano setorial são definidos os objetivos estratégicos para rede de mobilidade da RMBH em curto, médio e longo prazo, bem como as ações estruturantes, projetos e outras iniciativas, capazes de transformar as condições de deslocamento das pessoas e contribuir para melhoria de sua qualidade de vida.

Planos Setoriais

Articulação com os demais planos setoriais em desenvolvimento

Transporte Ativo
Transporte Público Coletivo
Transporte Individual Motorizado
Logística Urbana

Como elaboramos esse Plano Setorial de Transporte Coletivo?

Através de diversos estudos técnicos, discussões com gestores municipais e estando sempre ao lado da sociedade civil, conseguimos elaborar o Plano Setorial de Transporte Coletivo de um jeito amplo e seguro.

Escritório da mobilidade

Mas como funciona na prática?

Os resultados dos diversos estudos técnicos envolvendo levantamento de ações, iniciativas e projetos, já pensados em planos regionais e municipais, proporcionam um diagnóstico sobre a situação atual da mobilidade da RMBH, bem como a elaboração de propostas para a Rede de Mobilidade Futura.

Seleção de Projetos
Avaliação de projetos
Identificação de projetos estratégicos
Construção de cestas de projetos para rede futura
Definição dos horizontes de implantação
Simulação de impactos das cestas de projetos em rede de simulação
Adequações e melhorias nos projetos analisados
Definição de estratégias para implementação
Definição da rede de transporte prioritária em horizontes de curto, médio e longo prazo

Revisando e priorizando o portfólio de projetos, ações e iniciativas

O portfolio de projetos e ações previstos para serem implantados nos horizontes de curto, médio e longo prazo assegura que as ideias e objetivos estratégicos do plano sejam colocados em prática, visando a transformação das condições de mobilidade da região.

E quais os nossos objetivos?

Nosso propósito é revisitar ações já previstas em planos setoriais e municipais, promovendo uma análise mais aprofundada de todos estes feitos para identificar:

Sobreposições de projetos e propostas

Lacunas no atendimento da demanda por transporte

Ações necessárias para equilibrar a oferta e demanda atual e futura de transportes

Construção da Rede de Mobilidade Futura

Projetos catalogados originalmente

Na Etapa 1, foi realizado um abrangente levantamento dos projetos existentes na RMBH. Esta atividade contemplou a análise dos planos e estudos existentes de transportes e mobilidade urbana que, devido à sua abrangência, grau de maturidade e interdependência a outros projetos propostos, foram considerados relevantes no âmbito da região.

Projetos despriorizados

Como estratégia para avaliação dos projetos levantados, na Etapa 2 desenvolveu-se uma metodologia sistêmica e transparente de análise e priorização de projetos. Assim, buscou-se analisar e comparar os projetos, considerando diferentes critérios pré-definidos, com o objetivo de hierarquizá-los e indicar a relação de projetos prioritários para orientar o processo de tomada de decisão.

Alguns projetos avaliados na Etapa 2 não foram considerados na Etapa 3 por não preverem a implantação de infraestrutura destinada à circulação do transporte público coletivo ou por estarem sobrepostos a outras infraestruturas que obtiveram uma melhor pontuação por meio da avaliação multicritério desenvolvida.

Modificados

Alguns projetos avaliados não demonstram ser viáveis do ponto de vista econômico-financeiro ou tinham extensão significativa de seu traçado sobreposta à outra infraestrutura. Assim, foram propostas modificações tanto no traçado quanto na tecnologia de alguns projetos.

Adicionados

Ademais, foram identificadas lacunas para as quais foram propostos projetos específicos, que foram incorporados aos horizontes de estudo. Foram consideradas propostas desenvolvidas pelos consultores a partir do diagnóstico e prognóstico do sistema de transporte coletivo da RMBH, bem como os projetos da Rede de Mobilidade compilados previamente pela Agência Metropolitana.

Priorização das ações

Foi realizada uma análise multicritério com participação de decisores em nível estadual, municipal, além de consultores especializados nos temas abrangidos pelos estudos. Tudo isso para chegarmos num conhecimento mais profundo das iniciativas, identificação de projetos e ações prioritárias.

Peso das dimensões e indicadores

Definimos os pesos para os critérios de avaliação com a participação de consultores técnicos e gestores em nível estadual e municipal. Os pesos refletem a ordem de importância dos critérios na perspectiva dos decisores.

POLÍTICO-INSTITUCIONAL
0,17
0,57
1 Recursos orçamentários
0,43
2 População residente
ECONÔMICO-FINANCEIRA
0,17
0,46
3 Capacidade de cobertura operacional
0,24
4 Capacidade de cobertura do investimento
0,29
5 Margem de contribuição por passageiro
MOBILIDADE INTEGRADA
0,34
0,29
6 Redução do custo generalizado
0,29
7 População residente no entorno do projeto
0,29
8 Priorização do Transporte público
SOCIAL, URBANÍSTICA E AMBIENTAL
0,32
0,32
9 Nível de restrições ambientais ou sociais para implantação
0,25
10 Potencial de desenvolvimento urbano das áreas do entorno
0,22
11 População vulnerável atendida
0,20
12 Redução da emissão de poluentes provenientes de veículos à combustão

Ranking de projetos

A avaliação quantitativa dos indicadores para cada um dos projetos, obtendo-se uma Nota entre 0 e 1 para cada um deles, ponderados pelos respectivos pesos das dimensões indicadores, gerou notas finais, permitindo estabelecer um ranking segundo os critérios de decisão e opinião dos stakeholders.​

Este ranking auxiliou na construção de cestas de ações que agregam projetos estruturantes e complementares, combinados ainda de acordo com suas bacias de atendimento.

O que a rede futura de mobilidade da RMBH quer?

  1. 1. Consolidar os sistemas estruturantes de transporte na RMBH
  2. 2. Reduzir as disparidades no atendimento à população nos diferentes municípios
  3. 3. Diminuir custo e tempo de deslocamento entre áreas.

Depois desse longo trajeto percorrido, chegamos na proposição da rede de mobilidade futura da RMBH . Composta por projetos estruturantes e projetos satélites que ampliam o atendimento da demanda de passageiros. A gente vai transformando os caminhos. E você, como você vai?